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Acampados fazem protesto contra segurança do SWU e pedem liberação de maconha


Saiba repercussão do caso

Cerca de 50 pessoas que estão acampadas na área reservada do festival SWU, em Paulínia, fizeram na tarde deste domingo (13) um protesto contra a segurança do local, que estava revistando as barracas. Na ocasião, os acampados também aproveitaram para fazer um manifesto pela liberação da maconha.

Segundo o dono da empresa Nossa Segurança, responsável pelo camping do SWU e identificado apenas como Almeida, uma faca de cozinha foi apreendida em uma das barracas, o que é proibido no acampamento. A versão dos acampados, no entanto, é a de que um rapaz foi pêgo fumando maconha, o que também não é liberado no festival.

O protesto, que durou cerca de 20 minutos, teve gritos de guerra com frases como “tem polícia, maconha é uma delícia”. Um dos acampados, que não quis se identificar, reclamou que os seguranças estariam invadindo a privacidade das pessoas e que em um festival de música “é normal o consumo de drogas”.

Almeida garantiu para os presentes no protesto de que a revista nas barracas seria suspensa e que a vistoria, a partir de agora, será apenas preventiva para evitar brigas e em caso de emergências. Segundo Kaco Lopes, coordenador de produção do SWU, “os acampados sabem que as barracas podem ser revistadas e a vistoria vai continuar. O chefe de segurança falou isso em um momento de nervoso”.

Ainda de acordo com Kaco, as pessoas que aceitam compra ingresso para o camping sabem que certos alimentos não podem entrar na barraca nem serem preparados lá. “A faca era proibida, eles sabiam disso. Todo mundo precisa saber as normas. Sobre as drogas, não tem nem o que falar porque é proibido”.

Blog da Redação: saiba tudo o que está acontecendo no Festival SWU

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