Blog da Redação do UOL Entretenimento

Arquivo : junho 2015

Gaby Amarantos canta Amy Winehouse e Smiths na Virada Cultural
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Parte da programação do Festival Cultura Inglesa, que neste ano entrou na programação da Virada Cultural de São Paulo, a paraense Gaby Amarantos colocou canções internacionais em seu repertório. Teve músicas de Freddie Mercury, Amy Winehouse, Adele, Spice Girls e até dos Smiths, banda de Johnny Marr, que encerrará o evento no Memorial da América Latina.

“É a primeira vez que me arrisco a cantar em inglês e tive uma resposta muito boa das pessoas que viram o show. É um público diferente do que geralmente me curte”, ela contou ao UOL após sua apresentação.


Grupo leva faixa contra a redução da maioridade penal para Virada
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Depois do show engajado de Emicida, em que ele discursou contra ódio religioso, preconceito racial e a favor das mulheres, o grupo Juventude às Ruas estendeu uma imensa faixa contra a redução da maioridade penal ao lado do palco Júlio Prestes.

“A intenção era que fosse para o show do Caetano, mas que bom que combinou com o show do Emicida”, disse Guilherme Kranz, um dos participantes do movimento.

Com os dizeres, “O Haiti é aqui”, a faixa podia ser vista por quase todo o público que esperava o show do Caetano começar. “Queremos disputar a atenção das pessoas já que a redução da maioridade penal representa um retrocesso que afeta principalmente os jovens da periferia e os negros”.


De branco, Emicida faz protesto contra intolerância religiosa na Virada
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Emicida subiu ao palco de branco na Virada Cultural. Foto: Francisco Cepeda/AGNews

Emicida subiu ao palco de branco na Virada Cultural. (Foto: Francisco Cepeda/AGNews)

O rapper Emicida abriu seu show no palco Julio Prestes, na Virada Cultural, com uma mensagem contra a intolerância religiosa.

Ele havia convocado o público para ir de branco ao show, mas foi atendido apenas por apenas alguns fãs.

“Não viemos de branco à toa. Viemos de branco porque uma menina tomou uma pedrada ao sair de um culto de candomblé. Nós viemos de branco porque tem gente que, para falar de jovem, fala mais de cadeia do que de escola”, disse Emicida, acompanhado pelos músicos de branco.

Antes do início do show, candomblecistas se uniram em frente à Estação da Luz, no centro de São Paulo, para uma caminhada contra o ódio religioso.

Promovido pelo grupo As Águas de São Paulo, a manifestação recebeu o apoio do rapper Emicida.

“Esse é um movimento, mas não é o único. Tem que ter manifestação toda semana”, diz Felipe Brito, um dos organizadores da manifestação. “Iremos ao Ministério Público para o governo saber que estamos protestando contra a violência”.

Todos vestidos de branco, os manifestantes gritaram “mais respeito”, “menos intolerância religiosa” e “viva a liberdade” durante a passeata.

Na semana passada, uma menina de 11 anos foi ferida com uma pedra na cabeça enquanto deixava um culto de candomblé no Rio de Janeiro.

Caminhada contra intolerância religiosa


Famílias trocam Viradinha por show do Nando Reis
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Juliana Inacio Santos levou o filho Pedro, de 10 meses, para ver Nando Reis (Foto: Mariane Zendron/UOL)

Juliana Inacio Santos levou o filho Pedro, de 10 meses, para ver Nando Reis (Foto: Mariane Zendron/UOL)

Muitas famílias trocaram a Viradinha — programação infantil da Virada Cultural 2015 — pelo show de Nando Reis e seus sucessos: “Marvin”, “Relicário”, “Sebastião”.

Juliana Inacio Santos trouxe o filho Pedro, de apenas 10 meses, só para o show do Nando. “Depois vamos embora porque não me sinto segura de andar por aí sozinha com ele”.

Entre os pequenos, o mais animado era Augusto Brito, de apenas 5 anos. Segundo seu pai, Thiago Augusto de Brito, Augusto é “fissurado por rock e adora canta Psycho Killer”, hit da banda Talking Heads.

No palco, cantando para um multidão que não recuou ao sol forte, Nando Reis disse que achou estranho ter sido convidado só neste ano para a Virada Cultural. “Sou paulistano e nunca tinha sido convidado. E eles me chamaram em cima da hora, mas estou aqui e vou dar o meu melhor”.

Nando ainda contou ao público a história da música “Por Onde Andei”, que compôs depois de sofrer um assalto na noite paulistana. “Depois de levar meu carro, o filho da p… ameaçou me matar, mas não fez nada. Só brincou com o revólver. Ameaçar é pior do que fazer. O Brasil virou isso, esse lugar de quem toca o terror. Não podemos aceitar isso”.

Confira a cobertura completa da Virada Cultural 2015

Mariane Zendron


Com Vanusa doente, Martinha faz bailão da “velha guarda” no palco São João
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Martinha se apresenta no palco São João durante a Virada Cultural

Martinha se apresenta no palco São João durante a Virada Cultural

O palco São João da Virada Cultural agitou a geração dos 1960 com hits da Jovem Guarda. Com baixa movimentação no centro, no início da tarde deste domingo (21), fãs reviveram os hits dos anos 60 na voz de Martinha. Anunciada para dividir o palco com a cantora, Vanusa ficou doente e não compareceu.

De vestido preto curto, Martinha se encarregou dos sucessos “Estúpido Cupido” e “Devolva-me” para embalar os mais velhos – que eram a esmagadora maioria no palco. Valdemir Marcelo, 53, estava animado com a possibilidade de assistir pela primeira vez ao grupo Golden Boys. “De resto, eu já assisti a todos naquela época”. Ao som de Martinha, ele cantava e batia o pé ensaiando uns passos. “Não dá”, disse, rindo. “Tem a osteoporose”.

Kátia de Souza, 61, e Luis Donizete, 57, foram ao show de Erasmo Carlos na Virada

Kátia de Souza, 61, e Luis Donizete, 57, foram curtir o show de Erasmo Carlos na Virada Cultural de 2015

A idade chegou, mas a animação não desapareceu no casal Kátia de Souza, 61, e Luis Donizete, 57. Animados, com os braços pro alto e cantando cada estrofe de “Pobre Menina”. Os filhos, da faixa dos 20 e 30 anos, público majoritário da Virada, na noite de sábado, foram viajar para outra cidade e o casal aproveitou o domingo de sol para assistir ao show de Erasmo Carlos, às 10h. “A Jovem Guarda está muito viva. Nunca me esqueci daquela época”, observa Kátia. Luis pondera: “A voz deles podem ter ido embora, é normal, mas o que vale é a animação”

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Tiago Dias


Fábio Jr. recita poema de Cléo Pires durante show na Virada Cultural
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Estreante na Virada Cultural, Fábio Jr. canta no palco Júlio Prestes

Estreante na Virada Cultural, Fábio Jr. canta no palco Júlio Prestes

Fábio Jr. fez a sua estreia na Virada Cultural de São Paulo na madrugada deste domingo (21). O cantor, que se apresentou no Palco Júlio Prestes, no centro da cidade, recitou um poema da filha Cléo Pires durante o show.

“Minha filhota Cléo, que é uma grande atriz, me mandou um texto e disse: ‘Pai, leia aí, e veja se isso vira uma música’. Eu tentei, mas não consegui. Então coloquei no show’, explicou o cantor antes de declamar as palavras da filha para a plateia que lotava o local.

“Queria voltar para antes de mim, antes de eu ser assim. Não sei mais dizer o que eu sinto, senão parece que eu minto ao explicar, explicar e não viver. Eu queria retroceder totalmente. Desaparecer. Desdar os nós que eu dei, que foram tantos. Mas se esse for meu caminho e vendo tudo sendo desfeito, sendo destraçado. O único é ele que eu quero ver e tentar de novo”, recitou.

Antes da apresentação de Fábio Jr., Lenine e Daniela Mercury subiram ao Palco Júlio Prestes.  A 11ª Cultural, que teve início no fim da tarde deste sábado (20), continua durante a madrugada e termina às 18h de domingo. Caetano Veloso é quem faz o show de encerramento também no Palco Júlio Prestes.

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Felipe Carvalho


Palco Princesa Isabel vira festival de rock com musical do Charlie Brown Jr
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Apresentação do musical "Dias de Luta, Dias de Glória", no palco Princesa Isabel, na Virada Cultural 2015

Apresentação do musical “Dias de Luta, Dias de Glória”, no palco Princesa Isabel, na Virada Cultural 2015

A apresentação do musical “Dias de Luta, Dias de Glória”, que conta a história da banda santista Charlie Brown Jr., no palco Palco Princesa Isabel atraiu uma das maiores plateias da Virada Cultural, no início da noite deste domingo (21).

O público era formado principalmente por jovens e fãs do grupo, cujos fundadores Chorão e Champignon morreram em 2013,  que curtiram cada canção como se fosse a banda ao vivo.

Coreografias, uma pista de skate e o cantor DZ6, que interpreta Chorão no espetáculo, fizeram o público lembrar com nostalgia da banda. Ao final do musical, o elenco deixou o palco aos gritos de “Charlie Brown”.
Musical sobre Chorão transforma palco Princesa Isabel em show de rock

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Felipe Branco Cruz


Público reclama de falta de iluminação no palco Princesa Isabel
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Tiago Abravanel canta músicas de Tim Maia na Virada Cultural

Tiago Abravanel canta músicas de Tim Maia na Virada Cultural

O palco Princesa Isabel foi alvo de queixas do público que compareceu ao local para assistir ao show de Tiago Abravanel durante a Virada Cultural 2015, que começou neste sábado (20).

“Desci próximo ao terminal Princesa Isabel e achei escuro. Fiquei insegura e caminhei pela rua que era mais iluminada. Não vou ficar nesse palco, vou para outro”, disse a carioca Fernanda Oliveira, de 33 anos, que veio a trabalho para São Paulo, mas resolveu adiar a volta em um dia para curtir as atrações da Virada.

A reportagem do UOL circulou pelo palco e constatou que as árvores tornam o local muito escuro. “Falta iluminação por isso dá essa sensação de insegurança”, opinou Karoline Oliveira, de 29 anos, que aguardava o início da apresentação.

“O lugar é perigoso quando não tem evento nenhum, mas hoje é só tomar cuidado com as coisas”, minimizou Leonardo Rodrigues, de 31 anos. Inicialmente vazio, o palco, destinado aos musicais, foi enchendo à medida em que o público deixava a apresentação de Daniela Mercury no palco Julio Prestes. Ao começar o show, Tiago Abravanel explicou o formato.

“É difícil fazer a peça porque ela tem um texto e tal. A gente quis fazer do jeito que ficasse melhor para vocês, então vai ser só música”, disse o ator e cantor que interpretou Tim Maia no musical “Tim Maia – Vale Tudo”.

Palco Princesa Isabel

01h: “Rita Lee Mora ao Lado”

10h: “Mundo Mágico de Oz”, com Dexter

14h: “Lisbela e o Prisioneiro, o Musical” 16h30: “Clara Negra”

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Felipe Branco Cruz


Entre food trucks e barracas, comida na Virada tem preços bem distintos
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20.jun.2015 – Galinhada de Alex Atala chega a custar R$ 30 (500 g), na praça Roosevelt

Quem vai à Virada Cultural, encontra preços bem distintos nas barraquinhas e food trucks, dependendo do palco escolhido.

Na praça da República, o clima é de festa junina, com diversas barraquinhas de comidas típicas.

Entre as guloseimas juninas, o público tem opções acessíveis como milho (R$ 5), porção de doces típicos com doce de leite, cocada e doce de abóbora (R$ 3,50 a 100g), pastel de queijo (R$ 5), pamonha (R$ 6), bolinho de bacalhau (R$ 6).

Já no palco Júlio Prestes, a cultura gourmet dos food trucks encareceu as comidas.

O público pode experimentar suco verde funcional (R$ 10) e chá orgânico de hibisco gelado (500 ml – R$ 10). Quem preferir cerveja, o latão de Skol sai pelo mesmo preço, R$ 10.

Para comer, há um bauru especial na ciabatta por R$ 15 e hambúrguer bovino com queijo e bacon, por R$ 20.

Preços em barraca de comida japonesa. (Foto: Felipe Abílio/UOL)

Para quem gosta de comida japonesa, há opções como temaki de salmão por R$ 17 e promoção de dois temakis por R$ 30.

Mas a maior atração “gourmet” da Virada é a galinhada do chef Alex Atala, por R$ 30 (500g) e R$ 15 na versão menor (200 g), no Galinhódromo, da Praça Roosevelt.


Virada 2015 começa com trânsito e metrô tranquilos
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Metrô está com movimento tranquilo para o público que vai para Virada

Metrô está com movimento tranquilo para o público que vai para Virada

A Virada Cultural 2015 começou às 18h deste sábado (20) com tranquilidade. A reportagem do UOL circulou pelos palcos do Arouche, São João e Praça Roosevelt e registrou o movimento de poucas pessoas pela região.

O metrô, que teve o aumento de fluxo a partir das 17h, também mantém normalidade até o momento.

Em clima familiar, o público que acompanha o show da banda Monobloco, tem espaço para dançar tranquilamente.

O casal Alex e Keila levou a filha Michaela para o show do MonoblocoO casal Keila e Alex Mendes levaram a filha Michaela de 10 meses para curtir a Virada. “A gente mora perto. Viemos porque gostamos muito de Monobloco. Ela (a bebê) está curtindo também”, diz Keila.

A banda carioca deu início a programação do palco Júlio Prestes que recebe nesta noite Daniela Mercury (21h), Lenine (23h59) e Fabio Jr (3h).

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