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Categoria : Rock in Rio 2011

“O ser humano gosta de segregar”, diz Claudia Leitte sobre polêmica no Rock In Rio
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A cantora Claudia Leitte está no VMB 2011 para apresentar o prêmio “Revelação do Ano” ao lado do Deputado Federal e ex-BBB  Jean Wyllys. Antes da premiação, ela comentou as críticas que recebeu por sua participação no Rock In Rio. “Sou uma cantora, faço música e só. O ser humano gosta de segregar. Eu estou aqui porque faço música, não porque faço Rock”.

Claudia, que é mãe de Davi, 2 anos, revelou que pensa em ter mais filhos futuramente. “Quero outros bebês, para já, para agora. Por mim fazia um atrás do outro”.

 


Cerca de 8,6 mil pessoas precisaram de atendimento médico durante os sete dias de Rock in Rio
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O serviço que presta atendimento médico ao público do Rock in Rio divulgou que cerca de 8,6 mil pessoas foram atendidas durante os sete dias do festival.

Do total de atendimentos, 99% foram resolvidos e não foi registrado nenhum óbito no local. Segundo o médico João Pantoja, responsável pela coordenação do atendimento, houve apenas três casos graves: um de embolia pulmonar, um acidente vascular esquêmico (AVE) hemorrágico e um caso de morte súbita abortada. Fora do festival, foi registrada a morte de uma policial feminina, que passou mal durante patrulhamento no entorno da Cidade do Rock.

A maioria dos atendimentos foram casos de emergência ortopédica (luxações e entorses), dores de cabeça e alteração da pressão arterial. Ao longo do festival, 45 pacientes precisaram ser removidos da Cidade do Rock para hospitais da Rede D’Or ou para outras unidades hospitalares credenciadas pela rede pública.

Os postos médicos continuam na Cidade do Rock até o dia 7 de outubro, para atender as cerca de 2,5 mil pessoas que trabalham na desmontagem dos equipamentos e estruturas do evento.

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Público sai no meio do show do Guns
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A chuva forte que cai na zona oeste do Rio de Janeiro e o repertório desconhecido do grande público desanimou a plateia da Cidade do Rock que estava assistindo ao show do Guns ‘n’ Roses na noite deste domingo (2).

Muita gente aproveitou a combinação infeliz para ir embora mais cedo. “Prefiro um show com 12 músicas conhecidas do que um com 30 desconhecidas”, disse o analista Guilherme Faria, de 35 anos, antes de deixar o local.

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Fãs resistem à frio e chuva para assistir Guns no encerramento do Rock in Rio
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Foto: Marco Antônio Teixeira/UOL

Além de ter que esperar uma hora e meia de atraso para o começo do show do Guns n’ Roses, previsto para 1h10, milhares de fãs resistiram à chuva torrencial que alagou vários pontos da Cidade do Rock para prestigiar a banda que fecha a quarta edição do Rock in Rio 2011.

“Está muito frio, não está nem dando para aproveitar tanto o show. Eu e meu namorado chegamos aqui às 19h e ainda estamos pensando se vale a pena ir embora ou ficar até o final do show”, Paula Mildes, 20.

Márcio Campos, 32, veio ao Rock in Rio todos os sete dias de evento, mas para ele, o que mais importava era o último show do Guns. O fã da banda disse que valeu a pena esperar uma hora e meia de atraso debaixo de chuva.

“Agora que já estou todo molhado, vou até o final. Já está valendo a pena”, disse Márcio que chegou à Cidade do Rock às 10h do domingo (2) e sabe que o Guns deve tocar por quase três horas.

“Estou a fim de curtir o show, não sei que horas eles vão tocar, mas eu fico”, disse uma fã que não quis se identificar e, sem se importar com a chuva que ainda caia sobre a Cidade do Rock, pulava e acompanhava as letras cantadas pelo vocalista Axl Rose.

“O show está ótimo e promete hoje”, garantiu Diego Gomes, 27, que assegura que vai resistir à chuva e ao frio até a última música. “O pior é que segunda-feira eu trabalho”, disse.

Muitos tentavam se refugiar da chuva como podiam, nos stands, no banheiro e até dentro da cabine do caixa eletrônico.

A universitária Raquel Nunes, 25, e a amiga foram algumas das fãs que preferiram ouvir o show de longe e ficar protegida.

“É frustrante. Nem estamos vendo o show, estamos atrás da tirolesa, só dá para ouvir. Logo hoje que eles estão fechando o Rock in Rio”, lamentou Raquel que trabalhou como voluntária no evento e reservou parte do temo para curtir alguns dos seus shows favoritos.

Quando souberam que o show do Guns pode se estender até quase 5h, ela e a amiga resolveram esperar a chuva cessar para tentar aproveitar as últimas músicas do encerramento do Rock in Rio.

No setlist divulgado à imprensa, estão previstas 39 músicas no repertório do grupo.

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“Rock In Rio is the best. Fuck the rest!”, diz Serguei
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Foto: AgNews

O roqueiro Serguei fez questão de comparecer ao último dia de festival na noite deste domingo (2). E, fazendo uma brincadeira com a frase dita por Christiane Torloni para uma repórter de TV, Serguei resolveu lançar o seu bordão: “Rock In Rio is the best. Fuck the rest!”, disse o metaleiro.

No primeiro dia do festival, Christiane Torloni disse, em uma entrevista, a “célebre” frase: “Hoje é dia de rock, bebê”.

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Chove na Cidade do Rock e ambulantes vendem capas de plástico por R$ 5
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Chove torrencialmente na zona oeste do Rio de Janeiro. E, dentro da Cidade do Rock, ambulantes já vendem capas de chuva a R$ 5. Nos camarotes, os vips recebem gratuitamente as capas.

O guarda-chuvas, que foram “supostamente” proibidos de entrar pela organização do evento, começam a aparecer no público.

Fotos: Fernando Rabelo/UOL

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Cidade do Rock tem nova tentativa de invasão e mobiliza a PM
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Foto: Fernando Rabelo/UOL

Mais de 30 viaturas da Polícia Militar e do Batalhão de Choque fazem o patrulhamento no entorno da Cidade do Rock. Durante o show do Evanescence, um grupo de 30 pessoas tentou derrubar uma das grades que cercam o local. De acordo com o major Assis, para conter o tumulto, foram usadas bombas de gás lacrimogêneo. Policiais que faziam o patrulhamento a cavalo chegaram a disparar balas de borracha. “Não vi quem fez o disparo. Só ouvi os estampidos”, informou o major.

Uma das balas atingiu a mão da estudante Ana Olivetti, de 21 anos, que prestou queixa no container da Polícia Civil. O namorado dela, o estudante Daniel Levy, de 23, disse que os dois estavam do lado de fora do festival quando a confusão começou. “Nós dois estávamos com ingressos. Ela entrou primeiro e foi furtada. Quando saiu para fazer uma ocorrência, não conseguiu entrar novamente. Aí, decidi vender meu convite e assistir ao show com ela, do lado de fora. Foi quando a confusão começou”, explicou o rapaz, que mora no Recreio, na zona oeste do Rio de Janeiro.

O menor D., de 17 anos, estava dentro da Cidade do Rock, mas próximo à grade no momento em que a confusão começou. “Meus amigos e eu levamos spray de pimenta na cara. Não estava entendendo o que estava acontecendo”, contou.

O juiz de plantão, Marcelo Rubioli, assistiu à toda a ação. “As pessoas querem entrar de qualquer jeito. Tem gente que vem até aqui dizendo que foi furtado e, na verdade, não foi. Eles dizem que foram vítimas, mas estão com celular, carteira no bolso e óculos da moda. As pessoas fazem isso para entrar no festival, mas é bom lembrar que falsa comunicação de crimes também é crime”, observou.

Marcelo contou que viu alguns feridos durante a confusão com a Polícia Militar. E faz mais uma observação: “Acho muito estranho em sete dias de show, com cem mil pessoas em cada dia, só existirem duas ocorrências relacionadas a drogas”, ponderou Marcelo.

O juiz disse que, como o evento é controlado por uma empresa privada de segurança, a recomendação é que os seguranças conduzam os usuários de drogas até o container da Polícia Militar, instalado do lado de fora da Cidade do Rock. “Os seguranças não têm mesmo poder de polícia, mas o mínimo que se espera é que eles ajam da forma correta, que é encaminhar as pessoas que estejam usando entorpecentes até as autoridades. Pode ser a Polícia Militar ou até mesmo o Jecrim”, informou Marcelo.

Trezentos homens da Polícia Militar estão no entorno da Cidade do Rock. Segundo um inspetor da Polícia Civil, até a meia-noite, foram registrados 117 furtos, um roubo e sete extravios de documentos.

Mais cedo, essas mesmas pessoas tentaram invadir a Cidade do Rock e foram contidas com spray de pimenta. “Fomos acionados pela segurança local, mas o tumulto já estava formado. Jogamos o spray para dissipar o grupo, mas vamos manter a vigilância porque eles podem voltar”, disse ao UOL o soldado Gleyco do Batalhão de Choque.

A confusão anterior aconteceu durante o show do Detonautas, depois que um homem pulou a grade de proteção e foi contido por um segurança do festival. Logo depois, o grupo começou a balançar as grades para poder entrar, sendo atingidos pelo spray de pimenta. Com o vento que fazia na Cidade do Rock, o gás se espalhou e as pessoas que chegavam ao local começaram a correr assustadas, com as mãos no rosto.

“Eu nunca tinha visto isso na minha vida. Uma fumaça branca e as pessoas correndo, fiquei apavorado, meus olhos doeram e fiquei com falta de ar. Fui tomar um copo d’água no posto médico, mas os enfermeiros negaram, dizendo que era só para medicação”, disse o estudante Rodrigo Ribeiro, de 23 anos, que chegava ao local.

O ator Thiago Rodrigues também entrava na Cidade do Rock no momento. “Foi uma confusão, voou spray nos meus olhos e ardeu muito”, disse ao UOL o ator que se dirigia a um dos camarotes do evento.

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Mistura de sons e temática social atrai fãs de System of a Down
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A mistura de som com uma variedade de instrumentos e letras de cunho social são alguns dos pontos que mais atraem os fãs da banda de metal armeno-americana, System of a Down, que lotaram o Palco Mundo, na penúltima atração do Rock in Rio neste domingo (2).

“Vim só para eles. Espero que o show tenha muita agitação e seja uma mistura de som, rock e punk. Eles são bem diferentes. Vou pular muito”, garantiu Eduardo Ferreira, 26.

O jovem também comentou a temática social das letras como a ‘Boom’ que faz uma crítica à invasão do Iraque.

“O System of a Down vai arrebentar, é uma banda mais nova”, previu o carioca Rubem Azambuja, 38.

O estudante do Acre, Yago Bezerra, 19, disse esperar muito do show da banda. “Muita animação, vou pular muito, resumindo tudo: rock”.

O fã, que sabe quase todas as letras em inglês, disse que o que o atrai no grupo é o “equilíbrio de ritmo e as letras”. Ele esperava ouvir a música ‘Suíte Pee’ no show.

“Não é só som alto, é melodia também com temática social”, definiu Yago.

O show começou às 23h20 e, logo na primeira música ‘Prison’, um buraco se abriu no gramado e a agitação dos fãs tomou conta no meio do público que fizeram uma ‘rodinha’ de empurra-empurra, o que geralmente acontece nos shows de rock.

“Espero muitas coisas boas para o show deles com músicas clássicas das antigas de outros CDs”, disse Karaone Nolasco, 21, de São Gonçalo, na Baixada Fluminense. Para ela, o que mais a seduz no grupo é a diversidade de instrumentos.

“Eles falam muito da sociedade, a realidade e diversidade social. Rock é a minha praia, o show hoje está ótimo”, disse Karaone.

Já o casal de cariocas Larytza Oliveira, 19, e Guilherme Osório, 23, fã do System of a Down há oito anos, afirma curtir o “estilo de som louco” do grupo.

“É uma mistura de vozes, ruídos, de sons… é muito louco”, resumiu Guilherme.

O System of a Down toca nesta última noite antes do Guns n’ Roses.

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Juliana Paes vai ao Rock In Rio para ver Guns ‘n’ Roses
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Fosto:Thyago Andrade/Photo Rio News

Juliana Paes já disse que, depois da maternidade, é difícil sair de casa e deixar o pequeno Pedro. Mas, na noite deste domingo, ela deixou o filho em casa com o avô e veio ao camarote vip do Rock In Rio acompanhada do marido, o empresário Carlos Eduardo Baptista e da irmã, Rosana. “Eu estou aqui por causa do Guns”, disse a atriz, que chegou de Nova York às 5h da manhã.

Juliana viajou com a família para descansar. “Essa viagem foi programada antes de eu entrar em ‘O Astro’”, justificou.

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“As imagens não saem da minha cabeça”, diz o vocalista do NX Zero
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Di Ferrero, vocalista do NX Zero estava no camarote vip do Rock In Rio neste domingo (2). O cantor, que se apresentou no dia 24, disse que o show foi inesquecível para todos os integrantes do grupo. “Estamos muito felizes. As imagens não saem da minha cabeça. Não paro de pensar nisso”, contou.

Di revelou que ficou ansioso por causa do show. “Não consegui dormir na noite anterior à apresentação. Perdi o sono mesmo”, disse.

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