Cerca de 8,6 mil pessoas precisaram de atendimento médico durante os sete dias de Rock in Rio
UOL Entretenimento
O serviço que presta atendimento médico ao público do Rock in Rio divulgou que cerca de 8,6 mil pessoas foram atendidas durante os sete dias do festival.
Do total de atendimentos, 99% foram resolvidos e não foi registrado nenhum óbito no local. Segundo o médico João Pantoja, responsável pela coordenação do atendimento, houve apenas três casos graves: um de embolia pulmonar, um acidente vascular esquêmico (AVE) hemorrágico e um caso de morte súbita abortada. Fora do festival, foi registrada a morte de uma policial feminina, que passou mal durante patrulhamento no entorno da Cidade do Rock.
A maioria dos atendimentos foram casos de emergência ortopédica (luxações e entorses), dores de cabeça e alteração da pressão arterial. Ao longo do festival, 45 pacientes precisaram ser removidos da Cidade do Rock para hospitais da Rede D’Or ou para outras unidades hospitalares credenciadas pela rede pública.
Os postos médicos continuam na Cidade do Rock até o dia 7 de outubro, para atender as cerca de 2,5 mil pessoas que trabalham na desmontagem dos equipamentos e estruturas do evento.
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